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domingo, fevereiro 13, 2011


Amigos leitores,
O Diário da Manhã, em sua edição de sexta-feira, dia 11/02/2011, publicou uma carta minha nestes termos, com excelente ilustração por um dos artistas da casa. Eis a íntegra da minha carta:


A folga do agente AMT

O aumento da frota de veículos automotores é prenúncio de caos em todas as cidades e rodovias brasileiras, todos sabem disso. Usuários das redes viárias, condutores, pedestres de todos os conceitos e, talvez, até os cães sabem que houve mudanças; menos os administradores dos serviços públicos. A bem da verdade, administradores e agentes.
Esta semana, tentava estacionar no pátio do Mercado Central e encontrei uma vaga. Muito difícil, uma viatura da AMT – Agência Municipal de Trânsito, órgão da Prefeitura de Goiânia para todas as questões da ação de ir-e-vir, parou de modo totalmente irregular, ocultando a faixa divisória. Na fila em frente, um carro saiu; preferi a nova vaga. Ao desembarcar, notei que uma viatura de outro órgão municipal manobrava pacientemente para ocupar a vaga que eu desprezara; brinquei com os ocupantes, que, com o mesmo humor, ridicularizaram o colega da AMT; o passageiro recomendou ao motorista que parasse bem próximo, de modo que o infrator não tivesse como abrir a porta.
Foi então que notamos: algum outro motorista, igualmente chateado, escreveu num papel que colocou no parabrisa do faltoso: “Multado. Dê o seu exemplo”.
Quando saí, a viatura do Trânsito Municipal não estava mais lá; o porteiro, divertindo-se com a situação: “Ele (o fardado) ficou sem-graça”. Vale registrar que o estacionamento no pátio do mercado custa ao usuário R$ 2,50, mas os veículos da Prefeitura não pagam, pois o espaço é da municipalidade. Os comerciantes do Mercado entendem que o usuário consumidor não devia pagar, mas um carimbo no bilhete de estacionamento reduz somente parte do custo. E o gaiato da AMT acha-se, cheio de poder e “fé pública”, no direito de fazer o que bem entende.

Luiz de Aquino, escritor e jornalista.


* * *

No dia seguinte, dia 12, o Sr. Jairo Souza, da Agência Municipal de Trânsito de Goiânia, manifestou-se indignado, chamando-me, já no título, de ignorante. A mágoa do agente está justificada nas tentativas de legitimar a si mesmo ou a algum colega seu que estacionou a viatura da instituição de modo irregular, ocupando duas vagas no exíguo pátio de estacionamento do Mercado Central – espaço também pertencente ao Município.
Ele me qualifica de ignorante no título, mas no primeiro parágrafo reconhece minha competência como jornalista. Muito obrigado! Devo compreender que o agente de Trânsito aprendeu rapidamente a lição; vejam como redigiu o titulo, e sigam o texto de sua carta, buscando explicar o inexplicável e justificar o injustificável:



Ignorância do Escritor

Ao ler o Diário da Manhã de ontem, pude ter certeza da distorção da imagem do agente de trânsito ou de, n o mínimo, falta de ética e despreparo de alguns profissionais. O jornalista e escritor Luiz de Aquino escreveu o texto “A folga do agente da AMT”. A mensagem, tendenciosa e pessoal, já começa no titulo, chama a atenção e faz o leitor se interessar pelo que vai ler. Uma tática muito eficiente dos jornalistas.
Mas a “folga” do agente AMT quer dizer que ele está ali trabalhando, fiscalizando. Certamente não estava naquele local a lazer ou para fazer compras. O Código de Trânsito resguarda ao agente de trânsito, no exercício de sua função, livre circulação, parada e estacionamento (Art. 29, VII do Código de Trânsito Brasileiro). Muitas vezes é preciso estacionar de uma maneira incorreta para fazer a fiscalização. O interessante é que viaturas de órgãos da segurança pública (sic) estacionam em calçadas (o que é resguardado pelo CTB) e não se ouve um terço dos desabafos que os agentes ouvem.
Talvez quando o senhor Luiz de Aquino tenha voltado ao estacionamento a viatura não estava mais lá por ter saído para atender outra ocorrência e não por ter ficado “sem graça” com o comentário sem fraca despejado sobre aquele trabalhador. Somos poucos agentes para o quantitativo de veículos e ruas da Grande Goiânia, e na maioria das vezes esperar por uma vaga significa um atendimento mais lento dos outros munícipes, que precisam dos serviços da AMT. Cada profissional, ao ser emprenhado em uma missão busca cumpri-la de forma mais eficiente e eficaz possível. O agente ao estacionar fora do local apropriado certamente prestou assistência necessária naquele local. O jornalista e escritor Luiz de Aquino, ao escrever e ilustrar seu texto mal-intencionado, conseguiu despertar a revolta e ódio em milhares de leitores aos agentes da autoridade de trânsito que seguem o Código de Trânsito Brasileiro para cumprir seu papel. 
Jairo Souza, agente de trânsito, via e-mail.


* * *

A repórter Eliane Barros, dos quadros do DM, saiu em minha defesa antes mesmo que eu tomasse conhecimento da defesa de Jairo Souza:



Ignorância do agente

(Resposta ao artigo publicado no sábado, 12 na página 20).

Escrevo em resposta a opinião do agente de trânsito Jairo Souza, publicado no último sábado, 12, sobre sua visão de “ignorância” do jornalista e escritor Luiz de Aquino. É claro que de ignorância o senhor agente entende muito, afinal saberia que o escritor Luiz de Aquino é um dos maiores nomes do jornalismo opinativo em Goiás, sendo respeitado por todos onde quer que vá? Se Jairo Souza tirasse um tempo para se manter informado, saberia disso, porém, sua “ignorância” não lhe permite.
A imagem dos agentes de trânsito para nós (população) não foi mascarada pelo texto do escritor, mas sim, por atitudes praticadas pela grande maioria deles. Sempre ignorantes e “donos da razão”, agem como se fosse verdadeiros militares, quase dando voz de prisão por questões simples. Como repórter na editoria de cidades, em 2010 fiz a cobertura de um fato desagradável ocorrido na estreia dos jogos da Copa do Mundo com dois agentes. Nesse dia, tive a certeza de que são realmente arrogantes no exercício de suas funções. O saldo da arrogância foram dois agentes surrados, o irmão de um deles com um dente quebrado por familiares dos agredidos na porta do 1º DP de Goiânia.
Conclusão: Os agentes de trânsito querem agir como policiais militares do Batalhão de Trânsito, e sequer estão preparados para abordagens perigosas. Os citados acima, por exemplo, fizeram dessa forma. Apanharam muito para saberem que algumas ações, fora a de “multar”, devem receber reforço policial. O exemplo disso ocorreu com meu irmão. Numa ocasião, foi abordado por militares do Batalhão de Trânsito. Educadamente o policial o avisou do erro cometido no trânsito e lhe pediu os documentos da motocicleta e habilitação. Ele foi verbalmente advertido e dispensando.
Em outra ocasião, dessa vez com dois agentes da AMT, foi diferente. Os agentes gritaram e o humilharam com palavras pejorativas, como quem precisa mostrar que está no comando. Imaginem se fazem isso com um bandido? Levam tiro, afinal, os agentes andam desarmados e mesmo assim querem fazer além do seu papel de multar. Na ocasião (com meu irmão), foi necessário que a PM interviesse liberando-o da mal sucedida abordagem dos agentes da AMT e avisando que o mesmo não cometia infração alguma na situação. A sociedade goiana conhece e sabe: agentes de trânsito andam pelas ruas como verdadeiros donos da razão, impondo mais medo até que a própria Polícia Militar. Sim, porque se me aplicarem uma multa por motivo pessoal, será a palavra dele (que tem fé pública) contra a minha, mera cidadã. Portanto, caro agente Jairo, assim como ostenta respeito pelas ruas e o exige, respeite os jornalistas, em especial o senhor Luiz de Aquino. Ele sim, tem o respeito da sociedade goiana, sem precisar impor. Aprenda com ele a ter seu espaço e respeito perante os goianos, ou mude de profissão.

Eliane Barros, jornalista.



* * *

Decidi que tenho, também, de ajustar meus argumentos: 

Agora, a tréplica

O agente Jairo fez questão de ignorar o que eu disse: seu colega (ou terá sido ele próprio? Ele não esclareceu se tem procuração ou missão de defesa dos agentes AMT, por isso suponho que sua carta seja um esforço de autodefesa) estacionou como um péssimo motorista, simplesmente; como a função de agente de trânsito pressupõe não apenas conhecimento das leis mas também perícia na condução de veículos, concluo que ele estacionou mal por livre intenção, escorado nas prerrogativas citadas pelo agente Jairo, de parar ou dirigir como bem entende. Isso, a rigor, é abuso de autoridade.
Engana-se ele sobre a omissão quanto ao fato de veículos dos órgãos de Segurança Pública estacionarem como bem entendem ou, o que é trivial (inclua-se aí também os funcionários da AMT), ignorarem completamente o cinto de segurança. Noutras Unidades Federativas, o assunto já foi tema de reportagens várias e as autoridades sempre responderam que tomariam providências; em Goiás, isso jamais acontece.
Eu não disse no meu texto que o agente foi comprar chuchu ou rapadura para si mesmo ou o chefe – Jairo é quem insinua algo parecido. Ele deixa de comentar, junto com o valor (que todos sonhamos ver nos agentes de trânsito de Goiânia) o arbítrio de alguns colegas seus, emitentes de multas inexistentes, sustentados pelo argumento da “fé pública”. Nos últimos anos, multas por uso de celulares ou falta de uso do cinto de segurança têm sido expedidas sem que os supostos infratores sejam notificados. Com isso, a defesa cai por terra – é a mais nítida evidência do abuso de autoridade.
A má educação dos agentes para com as pessoas, seja na condição de condutores ou de pedestres, é notória, como se vê na argumentação de Eliane Barros, repórter.
Eu disse, já no início da minha carta, que o contingente de guardas é muito inferior ao que preceitua o Código de Trânsito Brasileiro; isso é uma evidência de que as autoridades municipais da capital descumprem o citado Código. Os agentes mal-intencionados também abusam da autoridade que lhes é conferida, escorados na falta de seus superiores. Os que assim agem são, realmente, mal-intencionados, não eu que, como jornalista e cidadão, denuncio essas mazelas.
A lei, Sr. Jairo, dá-lhe essa tal “fé pública”, a mesma em que seus colegas (e talvez o Sr. também) se escudam para ligar sirenes quando não é necessário ou estacionar obliquamente, invadindo a vaga ao lado, como se isso fosse a medida exata para solucionar um grave impasse ou salvar uma vida. O Sr. sabe, não é este o caso. Esclareça, Sr. Jairo, que a jurisdição de seu trabalho é o município de Goiânia; ou a AMT, agora, é uma agência metropolitana?
E sobre fé pública, quero dizer-lhe que eu, jornalista e escritor, tenho-a também no que se refere a aceitação, pelo público, das coisas que há mais de quarenta anos escrevo em jornais, revistas e livros. Para isso, não precisei de fardas nem de leis.
Por fim, dedicado agente, se milhares de pessoas na população goianiense tem ódio dos agentes AMT, a causa jamais seria a minha carta, e sim a ação deletéria de seus colegas no trato com o público. Disso todos sabem, não seria necessário uma pequenina matéria da minha lavra a levantar multidões, como os eventos que resultaram na queda do ditador egípcio.
Mas quem tem telhado de vidro que se cuide. O goianiense, Sr. Jairo, não é bobo.

Luiz de Aquino – jornalista e escritor

16 comentários:

Mara Narciso disse...

É do meu inteiro desagrado autoridades autoritárias. Sentir-se humilhado por prepotência é de amargar. Bom ter credibilidade, ter pessoas em sua defesa, e o melhor, palavras certeiras e argumentação irrefutável em prol da verdade e da definição de funções e de atitudes. Arrasou quando disse que tem crédito sem precisar de leis. Ficou bom para você e muito mal para o agente. Meu receio é a fúria assassina se exacerbar. Pobres goianos!

Heliany Wyrta disse...

Se precisar de mais exemplos, também tenho, Luiz. Dirijo a mais de dez anos, sou muito prudente e respeito a sinalização (se esta existir ou estiver visível, não sou advinha!). Uso SEMPRE o cinto de segurança, e fui multada por dirigir sem cinto e por conversão à esquerda em local proibido. Sei que não cometi as infrações como mencionado no auto de infração que recebi, multas graves, valor alto demais. E agora? É minha palavra contra a palavra do agente da AMT!
Dá uma raiva! Uma sensação ruim de estar do lado fraco da corda, pior, uma sensação de que a corda foi sabotada! Você não foi ignorante de jeito nenhum, nem jogou a população contra os agentes, eles fazem isso sozinhos!

G M T disse...

Li tudo, Luiz. Dou-lhe meus parabéns por escrever pondo à mostra casos como o que você acaba de me contar na sua crônica. Gilberto.

Lêda Selma - Escritora disse...

Tacanha e oportunista, já não fosse inconsistente, a justificativa do agente de trânsito Jairo de Sousa. O jornalista Luiz de Aquino, sempre atento e combativo, haja vista sua constante preocupação com os problemas vários do dia a dia, em especial, goianiense, em nenhum momento abordou o uso da vaga no Mercado Central pelo carro da AMT e sim, o mau uso, o uso indisciplinado, dissociado de noções de respeito social e de valores de urbanidade. Ignorância é desconhecer o básico: um carro ocupar duas vagas, levando-se em conta o trânsito caótico e desordenado como o da capital, e pior ainda, por um veículo que tem a função de fiscalizar, de duas uma: ou é testemunho de má direção, ou de negligência para com os postulados de estacionamento. Independente de uma ou de outra, sugiro, a quem de dever, seja o agente Jairo de Sousa reavaliado como motorista, pois, ao que parece, a carapuça serviu-lhe sem sobras. Nenhuma urgência, em casos de fiscalização, pode ensejar desrespeito ou deboche para com o que é comunitário e, mais ainda, pago pelo usuário comum, como o referido estacionamento. E a desculpa do agente corrobora tudo isso.

Lêda Selma - escritora

Benevides de Almeida disse...

Aquino, num esquenta não.
Você não sabe dos absurdos que alguns desses agentes da AMT estão cometendo: Bastam dois exemplos:

1) - O motorista de um carro importado que só anda se o cinto estiver colocado, foi multado à distância por não estar usando o dispositivo. Recorreu, é claro!

2) - O dono de um carro não entendeu até porque foi multado por não estar usando capacete. Também recorreu.

Quem sabe a Jari não mostra os processos em questão?

É bom lembrar, contudo, que os agentes arrogantes são minoria.

Luiz de Aquino disse...

Benevides,

Tem razão, meu amigo! São minoria. O meu medo é que essa minoria aja como um vírus e leve um corpo saudável a uma rápida deterioração, se nada for feito para o bem. No Rio de Janeiro, nestes dias, a Federal atual com a Operação Guilhotina, que já prendeu 37 policiais, inclusive um delegado em função de realce no sistema.
L.deA.

Chein disse...

Luiz, acho bom quando alguém dá respostas adequadas, educadas, bem fundamentadas com você fez. É bom não deixar barato. É necessário que o funcionário público entenda que ele é EMPREGADO e nós somos seus PATRÕES e que, por isso mesmo, um mínimo de respeito a quem paga seus salários é sempre bem vindo. Existem pessoas que não podem assumir um cargo de comando que se sentem todo-poderosos. Dá vontade de mandá-los "catar coquinhos".
Luiz Chein (luizchein@gmail.com)

Madalena Barranco disse...

Mas que "briga" Luiz? Quando alguém estabelece seus direitos, quem deveria concordar acaba reclamando...

Você, querido amigo, atuou em defesa do direito de estacionar.

Beijos,
Madalena

Anônimo disse...

muita falta do que fazer, vá aparecer c/ feitos, não c/ polêmicas ...

é sempre assim, acaba-se a criatividade para textos, começa as polêmicas ...

Heliany Wyrta disse...

Não entendi seu leitor anônimo, Luiz.
Ele acompanha seus textos para te alfinetar? Muita mesquinharia da parte dessa pessoa. Desagradável. Imagina um pintor fazendo um quadro vem alguém e joga tinner na tela, de propósito,só para estragar. Qual o prazer existente?
Não somos obrigados a gostar uns dos outros, mas respeito devemos a todos os semelhantes e independe se o outro é ou não respeitoso conosco. Nossa conduta deve ser guiada pela nossa moral não pelos atos dos outros.
Que infeliz, comentário do seu leitor! Além de ser imoral é covarde, nem assinou!
Luiz, você realmente é uma pessoa que ainda consegue se indignar com as injustiças e imoralidades que acontecem e tem coragem de falar sobre elas. Admiro-o!

Luiz de Aquino disse...

Heliany,

Tenho uma ligeira suposição de quem seja esse(a) leitor(a), pois o grupo de pessoas que tenta determinar o que devo escrever é minúsculo.
Eu estranho esse comportamento porque nenhum autor ou artista consegue agradar com tudo aquilo que escreve ou cria; ao leitor, cabe selecionar o que lhe convém. Aos 65 anos de idade, mais do que nunca tenho o direito de pautar meus textos. São 61 anos de leitura, mais de 50 anos de produção em textos e mais de quarenta anos de jornalismo, sempre opinativo. E aí, há uns poucos anos, surgiram essas pessoas que querem determinar o que escrevo... Em lugar de lutar com ela, divirto-me.
Muito obrigado por manifestar-se. Somos educadores, sabemos que afagos e broncas são sempre indispensáveis.

Sueli Soares da Silva disse...

Respeitável Munícipe!

Quero apresentar-lhe minha solidariedade, afinal manifestar indignação é direito seu e mais, dever de todo cidadão. Nasci na Cidade Maravilhosa, mas escolhi residir num município do interior do Estado do Rio de Janeiro. É inacreditável, mas Magé, fundada em 9 de junho de 1566, dista apenas cinquenta quilômetros da capital e é o quarto município mais pobre do estado. Aqui, onde tudo falta, a única fartura é de desmando institucionalizado, cuja principal causa é a ignorancia dos habitantes, aos quais foi criminosamente impedido o acesso à educação. Será que Anchieta tomou mesmo parte no chamado processo de colonização, mandando cavar um poço para matar a própria sede e partir? Se evangelizar silvícolas seria perda de tempo, porque introduziria outras informações? Temos a primeira ferrovia do Brasil e outras conquistas, e daí...Ou calo, ou saio, ou morro...

Sueli Soares da Silva

Limeira disse...

Eeiii, amigo Luiz! Aqui de João Pessoa-PB. Interessante foi meu caso, para enriquecer o debate. Ao me dirigir ao Detran para atualizar a placa, tive a surpresa de saber que fora multada por usar a buzina em área de silêncio, em data tal e a tal hora. Pois bem, naquela data e naquela hora, meu carro estava sem buzina, pois a buzina pifou e não tive tempo de comprar outra. Aí já viu: como eu iria me defender no caso? Paguei a multa, mas, em compensação, onde chego conto essa piada. Ah-ah! É sempre um prazer ler seus textos, caro Luiz! Saludos! Maria José Limeira.

Luiz de Aquino disse...

Obrigado, querida poetisa Zezé Limeira! De fato, uma piada! Fui multado por estacionar em local probido num momento em que me encontrava em casa, papeando na Internet. Recorri, mas a JARI desconsiderou meu pedido. Motivo? Nao estava escrito em juridiquês.

Beijos!

Adelaide Alvarenga disse...

"GOSTEI DE SUAS CRÔNICAS SOBRE OS "QUERIDOS POLICIAIS" E A TURMA DO AMT!!! HÁ 5 ANOS EU TENTO OBTER UM ESTUDO SOBRE O TRÂNSITO NA T 49 DO SETOR BUENO, ONDE SE LOCALIZA A ESCOLA E NÃO CONSIGO ABSOLUTAMENTE NNNAAAADDDAAAA! E A "MUVUCA" CONTINUA... EXPERIMENTE PASSAR POR LÁ ÀS 2as, 4as ou 6as FEIRAS ENTRE 14:30 E 18:30! ACHO QUE TERÁ UM BOM ASSUNTO PARA DAR CONTINUIDADE ÀS SUAS CRÔNICAS!!!! CAOS TOTAL!!!!"

UBIRATÃ PALMA disse...

Queria divulgar o meu blog
poesiasdocarcere.blogspot.com